quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Ipiranga e Nacional jogam em 1944
















Ipiranga e Nacional jogam em 1944. Foto de José Bento Lenzi.
Recorte do jornal Folha de S. Paulo de 5 de setembro de 1990 sobre exposição no MIS.

O Ipiranga (CAY) jogava no campo da rua dos Sorocabanos e o Nacional (naquele ano ainda SPR) joga até hoje na rua Comendador Souza.

No campeonato paulista de 1944 a primeira partida foi realizada no Ipiranga (18 de junho), vitória do "Veterano" por 2 x 1 e na segunda partida (8 de outubro) o quadro "esseperreano" venceu por 3 a 2.

Os dois clubes eram de bairros industriais e que ainda hoje conservam antigas chaminés, mas meu palpite, pelo tamanho da chaminé que aparece na foto, é de que a partida se realizou na Barra Funda. Próximo ao local onde era o campo do Ipiranga também se avista uma chaminé, mas de outra proporção.

O goleiro do Ipiranga era Barbosa, que foi contratado em 1945 pelo Vasco da Gama e tornou-se titular da Seleção Brasileira.

domingo, 3 de julho de 2011

Morre pioneiro da HQ no Brasil

Ilustrada - 13 de maio de 1991 página 5-5
Adolfo Aizen 1907-1991

terça-feira, 10 de maio de 2011

Morreu Heleno de Freitas

Folha da Noite

9 de novembro de 1959

p.14

 

Morreu Heleno de Freitas

 

Rio, 9 (Folha de S. Paulo)

Às 16h30m de ontem, em Barbacena, faleceu Heleno de Freitas, sem dúvida o mais discutido jogador da história do futebol brasileiro. Internado desde 1954 na Casa de Saúde São Sebastião, daquela cidade mineira, portador de enfermidade mental, o famoso comandante do Botafogo e tantos clubes, como da seleção brasileira, morreu de paralisia geral progressiva. O seu enterramento, segundo decisão da família, será na cidade de São João Nepomuceno, terra natal de Heleno. A vida esportiva do craque falecido, pelos fatos extra-campos, figura entre as mais singulares de todos os tempos.

 

A carreira de Heleno

Apesar de seu temperamento irascível, Heleno de Freitas foi um dos mais destacados centroavantes que tem aparecido no futebol brasileiro. Começou a se projetar à altura de 1940,quando defendia o Botafogo e se tornou o sucessor de Leônidas na seleção carioca e posteriormente na seleção brasileira. Foi "scretchman" nacional 18 vezes, tendo estreado em jogo contra os uruguaios, a 18 de maio de 1944. Por coincidência, sua despedida da máxima representação do "soccer" patrício verificou-se também em peleja contra a celeste olímpica, disputada em 4 de abril de 1948, prélio no qual foi substituído por Adãozinho. Heleno fez 14 gols na defesa da jaqueta "cebedista" e se distinguiu particularmente no Campeonato Sul-americano de Santiago e Buenos Aires realizados nos anos de 45 e 46, respectivamente. Formava,então, ao lado de Zizinho, Ademir (ponta esquerda), Jair e Tesourinha um dos mais perfeitos quintetos ofensivos já formados no futebol nacipnal.

 

Clubes que defendeu

Antes de ingressar no Botafogo, Heleno defendeu o Fluminense, como amador. Deixou o alvinegro carioca para aceitar convite do Boca Juniors, jogando ao lado de Ieso neste clube argentino. Posteriormente, ingressou no Atlético de Barranquilla, na chamada fase de ouro do futebol profissional da Colômbia. Voltou ao Brasil em 49 para defender o Vasco da Gama, onde parou pouco, pois então já não mais conseguia dominar os nervos. Esteve no Santos, também meteoricamente (chegou a brigar com torcedores durante um treino) e por fim, melancolicamente, encerrou a carreira de craque profissional no América carioca, em 1951. Jogu uma só vez pelo clube rubro, a 4 de novembro, brigou com os dirigentes e desapareceu. Já era evidente o desequilíbrio mental que o atormentava e em 1954, por iniciativa de sua própria família, ele foi internado na Casa de Saúde São Sebastião, em Barbacena.

 

Heleno de Freitas, que era filho de Oscar de Freitas e Maria Rita de Freitas, ambos falecidos, deixa um filho, Luís Eduardo, de dez anos de idade. Deixa, ainda, os seguintes irmãos: Oscar de Freiras Filho, dentista; Heraldo de Freitas, coletor federal; Marina de Freitas Braga , esposa do dr. André Duarte Braga e a srta. Vera Maria de Freitas.

 

 

 

domingo, 17 de abril de 2011

As mãos que deram glória ao São Paulo FC

http://acervo.folha.com.br/fsp/1969/1/30/21

Folha de S. Paulo 30/jan/1969 página 30
A história do goleiro King do São Futebol Futebol Clube, campeão paulista de 1943 e que participou de 198 jogos pelo Tricolor.
Texto de Rubens Ribeiro e Almir Borges


sábado, 26 de março de 2011

curiosidades MSP

Ilustrações que eram enviadas em respostas às cartinhas dos leitores para as revistas nos anos 80.
Mônica - Mauricio de Sousa - Seção de Cartas

sexta-feira, 25 de março de 2011

Cebolinha 25 julho 1985 Folha de S. Paulo

Cebolinha - 25 julho 1985 - Folha de S. Paulo
Mauricio de Sousa - tira 5267

domingo, 6 de março de 2011

São Silvestre

A edição de 1985 da corrida de São Silvestre reuniu cerca de 8.000 participantes e o sentido da corrida era o contrário do atual, os atletas desciam a avenida Brigadeiro Luís Antônio. Naquele ano o destaque era a portuguesa Rosa Mota, que já havia vencido as quatro últimas provas e conquistara a medalha de bronze na Olímpiada de Los Angeles.

O percurso era de 12.600 m e a largada ocorreu às 23h05. Em 1988, ano da última São Silvestre noturna, o percurso foi invertido e as largadas separadas, as mulheres largaram às 20h30.

Em 1989 as mulheres largaram às 14h30 e os homens às 17h. O corredor equatoriano Rolando Vera, tetracampeão da prova (86-87-88-89), venceu a corrida nos dois horários.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Cebolinha - Mauricio de Sousa


Publicada em 30 de novembro de 1985 (sábado) essa foi a primeira de três tiras em que Mauricio de Sousa se despedia da seção de tiras da Folha de S. Paulo. Mauricio já havia perdido espaço um pouco antes, até 1984 a Folha publicava além de Cebolinha, o pioneiro Bidu e Pelezinho também.

No dia 2 de dezembro de 1985 (segunda-feira) foi publicada a última tira, com vários personagens da turminha cantando em despedida. No mesmo dia, além de Cebolinha, saiu também a tira "Li e Lu" do autor de Hagar, Dik Browne. Alguns dias antes (21 de novembro) quem disse adeus foi "O Pato" de Ciça, depois de 18 anos.

As três vagas foram ocupadas por Níquel Náusea (Fernando Gonsales), Camarillo Brillo (Milton Trajano) e Alfredinho Canibal (Ignatz e Flávio del Carlo), vencedores na categoria tiras do Primeiro Concurso de Desenho da Folha. Alfredinho Canibal teve vida curta, saiu da página de tirinhas já em fevereiro, o mesmo acontecendo com Camarillo Brillo que também não chegou a completar um ano de publicação. Níquel Náusea se tornou um sucesso, sendo publicado até hoje.



sábado, 22 de janeiro de 2011

Don Rosa


A edição 472 de Tio Patinhas (novembro de 2004) trouxe a HQ Uma Carta De Casa de Don Rosa. A capa da edição, também desenhada pelo artista americano, apresentava uma mensagem em código. Don Rosa enviou um desenho para quem decifrasse essa mensagem.